ETF de ações de mineradoras de ouro
GDXJ: VanEck Junior Gold Miners ETF
GDXJ é o VanEck Junior Gold Miners ETF, um fundo de índice que investe em ações de pequenas e médias mineradoras de ouro. Lançado em 11/11/2009, o ativo busca acompanhar o desempenho de empresas do setor com menor capitalização. Até 29/10/2026, a cota valia US$ 100,94, com rentabilidade total de 11,34% nos últimos 12 meses e volatilidade anualizada de 56,02%.
Características do GDXJ
- Nome
- VanEck Junior Gold Miners ETF[0]
- Negociado desde
- 11/11/2009[0]
- Bolsa
- NYSE Arca / Nasdaq[0]
- Moeda
- Dólar americano (US$)[0]
- Preço (29/10/2026)
- US$ 100,94[0]
- Volatilidade anual (12 meses)
- 56,02% (muito alta)[0]
- Beta (12 meses, contra o S&P 500)
- 2,44[0]
- Dividend yield (12 meses)
- 2,62%[0]
- Volume médio diário (3 meses)
- US$ 508,2 milhões[0]
História do GDXJ
A gestora do GDXJ, a VanEck, tem raízes profundas no investimento em commodities. John van Eck fundou a Van Eck Global em 1955, capitalizando-se sobre o mercado de ações internacionais. Em 1968, a empresa lançou um dos primeiros fundos de ouro dos Estados Unidos, o International Investors Gold Fund, que se concentrou em ações de mineradoras. O fundo teve grande sucesso na década de 1970, mas viu seu patrimônio cair de mais de US$ 1 bilhão para US$ 250 milhões até 1998, refletindo a estagnação do mercado de ouro no período. A VanEck tentou diversificar para mercados emergentes na Ásia nos anos 1990, mas a crise financeira asiática de 1997 impactou negativamente seus produtos, como o Van Eck Asia Dynasty Fund. Diante desse cenário, a empresa decidiu entrar no mercado de ETFs em 2006, lançando o Market Vectors Gold Miners ETF, que permitia aos investidores apostarem no ouro por meio de ações de mineradoras. O GDXJ, focado em mineradoras de menor porte, teve seu primeiro pregão em 11/11/2009, consolidando a estratégia da VanEck de oferecer exposição segmentada ao setor de mineração de ouro.
- 1955Fundação da Van Eck Global por John van Eck.[1]
- 1968Lançamento do International Investors Gold Fund, um dos primeiros fundos de ouro dos EUA.[1]
- 1996Van Eck Global firma joint venture com Shenyin & Wanguo para atuar no mercado de fundos da China continental.[1]
- 1997Crise financeira asiática reduz o patrimônio do Van Eck Asia Dynasty Fund de US$ 46,3 milhões para US$ 11,2 milhões.[1]
- 2006Lançamento do primeiro ETF da VanEck, o Market Vectors Gold Miners ETF.[1]
- 11/11/2009Primeiro pregão das cotas do GDXJ na bolsa.[0]
- 2024A Securities and Exchange Commission (SEC) dos EUA multa a VanEck em US$ 1,75 milhão por falta de divulgação adequada.[1]
Como o GDXJ funciona
O GDXJ é um ETF (Exchange-Traded Fund) que investe em ações de pequenas e médias mineradoras de ouro, conhecidas como 'junior gold miners'. A emissora é a VanEck, uma gestora de investimentos sediada em Nova York, que possui histórico de atuação no setor de ouro desde 1968, quando lançou um dos primeiros fundos de ouro dos Estados Unidos. O GDXJ teve seu primeiro pregão em 11/11/2009. Diferente de ETFs alavancados ou inversos, o GDXJ não utiliza alavancagem para multiplicar o retorno diário do índice, o que significa que ele não sofre de 'decay' (decaimento) em períodos de alta volatilidade, mas também não amplifica os ganhos em mercados de alta. O ativo funciona como uma cesta de ações, permitindo exposição ao setor de mineração de ouro por meio de um único instrumento negociado em bolsa.
Índice e composição do GDXJ
As fontes disponíveis não detalham o índice específico replicado pelo GDXJ nem a composição exata de suas cotas. Sabe-se que o ETF se concentra em pequenas e médias mineradoras de ouro, um segmento que historicamente apresenta maior volatilidade e risco que as grandes mineradoras, mas também potencial de crescimento mais elevado. A VanEck, como gestora, é responsável pela seleção e gestão do portfólio. Para informações detalhadas sobre os ativos que compõem o fundo, é necessário consultar o relatório oficial da VanEck ou a documentação do ETF na bolsa de valores.
Como investir no GDXJ a partir do Brasil
Para investir no GDXJ a partir do Brasil, o investidor precisa ter uma conta em uma corretora de valores que ofereça acesso ao mercado americano. O ativo é cotado em dólares, o que significa que o investidor está exposto ao risco cambial: variações no câmbio entre o dólar e o real impactam o retorno em reais. Outra opção é buscar BDRs (Brazilian Depositary Receipts) ou ETFs da B3 que replicam o mesmo índice ou setor, o que permite investir em reais, mas com possíveis diferenças de liquidez e custo. É importante considerar que o GDXJ é um ativo de alto risco, com alta volatilidade, e que a diversificação é fundamental para gerenciar esse risco.
Desempenho do GDXJ
Até 29/10/2026, a cota do GDXJ valia US$ 100,94. A rentabilidade total com proventos foi de 11,34% nos últimos 12 meses, 212,27% em 3 anos, 152,53% em 5 anos e 190,15% em 10 anos. Esses números refletem o desempenho do ativo em dólar, sem considerar o efeito do câmbio. O GDXJ paga dividendos, com US$ 2,6490 por cota em 1 pagamento nos 12 meses até 29/10/2026, resultando em um dividend yield de 2,62%. O último pagamento foi de US$ 2,6490 em 22/12/2025. Para comparar o desempenho do GDXJ com outros índices, como o S&P 500, o investidor pode usar a comparação com índices no app, que mostra a rentabilidade lado a lado.
Riscos do GDXJ
O GDXJ é um ativo de alto risco, com volatilidade anualizada de 56,02% nos últimos 12 meses, nível classificado como 'muito alta'. O beta de 2,44 contra o S&P 500 indica que o ativo tende a se mover com amplitude 2,44 vezes maior que o índice, na mesma direção. A maior queda nos últimos 5 anos foi de -48,79%, do pico em 14/04/2022 ao ponto mais baixo em 26/09/2022. Os riscos incluem a volatilidade do preço do ouro, a sensibilidade de pequenas mineradoras a mudanças no mercado, o risco cambial para investidores brasileiros e o risco de liquidez, embora o volume médio negociado por dia (3 meses) seja de US$ 508,2 milhões, indicando boa liquidez. O investidor deve estar preparado para oscilações significativas no valor do ativo.
Volatilidade do GDXJ
A volatilidade anualizada do GDXJ nos últimos 12 meses é de 56,02%, um nível muito alto, típico de ativos que investem em pequenas mineradoras de ouro, que são mais sensíveis a mudanças no preço do metal e a condições de mercado. O beta de 2,44 contra o S&P 500 indica que o ativo tende a acompanhar os movimentos do índice com amplitude 2,44 vezes maior, o que significa que em mercados de alta, o GDXJ tende a subir mais que o S&P 500, e em mercados de baixa, tende a cair mais. A maior queda nos últimos 5 anos foi de -48,79%, do pico em 14/04/2022 ao ponto mais baixo em 26/09/2022, o que ilustra o risco de perdas significativas em períodos de estresse de mercado. Para monitorar o preço do GDXJ e receber notificações quando ele atingir níveis específicos, o investidor pode usar os alertas de preço no app.
Rentabilidade com proventos reinvestidos, até 29/10/2026.
Perguntas frequentes
›O GDXJ é um ETF alavancado?
Não, o GDXJ não é um ETF alavancado. Ele investe em ações de pequenas e médias mineradoras de ouro, sem usar alavancagem para multiplicar o retorno diário do índice. Isso significa que ele não sofre de 'decay' (decaimento) em períodos de alta volatilidade, mas também não amplifica os ganhos em mercados de alta.
›Qual a diferença entre GDXJ e GDX?
O GDXJ investe em pequenas e médias mineradoras de ouro (junior gold miners), enquanto o GDX investe em grandes mineradoras de ouro. O GDXJ tende a ter maior volatilidade e potencial de crescimento, mas também maior risco, enquanto o GDX é mais estável, mas com menor potencial de alavancagem.
›GDXJ paga dividendos?
Sim, o GDXJ paga dividendos. Nos 12 meses até 29/10/2026, o ativo distribuiu US$ 2,6490 por cota em 1 pagamento, resultando em um dividend yield de 2,62%. O último pagamento foi de US$ 2,6490 em 22/12/2025. Os dividendos e JCP no app mostram a data de pagamento e a multiplicação pela quantidade de cotas.
›Como investir no GDXJ a partir do Brasil?
Para investir no GDXJ a partir do Brasil, o investidor precisa ter uma conta em uma corretora de valores que ofereça acesso ao mercado americano. O ativo é cotado em dólares, o que significa que o investidor está exposto ao risco cambial. Outra opção é buscar BDRs ou ETFs da B3 que replicam o mesmo índice ou setor, o que permite investir em reais. O Open Finance no app ajuda a sincronizar as posições de diferentes corretoras.
›Qual a volatilidade do GDXJ?
A volatilidade anualizada do GDXJ nos últimos 12 meses é de 56,02%, um nível muito alto. O beta de 2,44 contra o S&P 500 indica que o ativo tende a se mover com amplitude 2,44 vezes maior que o índice. A maior queda nos últimos 5 anos foi de -48,79%, do pico em 14/04/2022 ao ponto mais baixo em 26/09/2022.
Acompanhe o GDXJ no app
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Ativos relacionados
- GDXETF de grandes mineradoras de ouro, da mesma gestora, para comparação de risco e retorno.
- GLDETF que investe em ouro físico, para comparação com a exposição a mineradoras.
- SLVETF que investe em prata física, outro metal precioso com correlação com o ouro.
- SPYETF do S&P 500, para comparação de desempenho e volatilidade com o mercado americano.
- XLEETF do setor de energia, para comparação com outros setores cíclicos e sensíveis a commodities.
Fontes
- [0]Yahoo Finance: cotações históricas de GDXJ, consultado em 30/10/2026
- [1]Wikipedia (en): VanEck (emissora do ETF), consultado em 30/10/2026
- [2]Wikipedia (en): Gold mining (contexto, não é o índice do ETF), consultado em 30/10/2026