ETF de índice setorial
XLE: State Street Energy Select Sector SPDR ETF
XLE é o State Street Energy Select Sector SPDR ETF, um fundo de índice negociado nos Estados Unidos que replica o desempenho do setor de energia do S&P 500. Lançado em 22 de dezembro de 1998, o ativo é gerido pela State Street Global Advisors e inclui empresas de petróleo, gás e serviços de energia. Em 30/10/2026, a cota valia US$ 70,02, com rentabilidade total de 64,63% nos últimos 12 meses e dividend yield de 2,18%.
Características do XLE
- Nome
- State Street Energy Select Sector SPDR ETF[0]
- Negociado desde
- 22/12/1998[0]
- Bolsa
- NYSE Arca / Nasdaq[0]
- Moeda
- Dólar americano (US$)[0]
- Preço (30/10/2026)
- US$ 70,02[0]
- Volatilidade anual (12 meses)
- 22,22% (moderada)[0]
- Beta (12 meses, contra o S&P 500)
- -0,44[0]
- Dividend yield (12 meses)
- 2,18%[0]
- Volume médio diário (3 meses)
- US$ 1,94 bilhão[0]
História do XLE
O XLE faz parte da família de ETFs SPDR, gerida pela State Street Global Advisors (SSGA), que é a terceira maior provedora de ETFs do mundo, atrás de iShares e Vanguard. A SSGA é conhecida por gerenciar o SPDR S&P 500 Trust, o maior ETF do mundo em ativos sob gestão. A marca SPDR, que significa Standard & Poor's Depositary Receipts, foi unificada em 2007 para englobar todos os ETFs dos Estados Unidos da SSGA, incluindo a antiga família StreetTRACKS e o DOW DIAMONDS, que rastreia o Dow Jones Industrial Average. Em 1998, a SSGA e a Merrill Lynch introduziram os Sector Spiders, uma linha de dez fundos que seguem os setores do S&P 500, sendo o XLE um dos primeiros a ser lançado, com seu primeiro pregão em 22 de dezembro de 1998. Esses fundos são estruturados como unit investment trusts e são amplamente negociados nos Estados Unidos, Europa, México e Ásia-Pacífico.
Como o XLE funciona
O XLE é um ETF que replica o índice de energia do S&P 500, focando em empresas de petróleo, gás e serviços de energia. É gerido pela State Street Global Advisors (SSGA), a terceira maior gestora de ETFs do mundo. O fundo foi lançado em 22 de dezembro de 1998, como parte dos Sector Spiders, uma linha de dez fundos que seguem os setores do S&P 500. O XLE é estruturado como um unit investment trust e é negociado em bolsas nos Estados Unidos, Europa, México e Ásia-Pacífico.
Índice e composição do XLE
O XLE segue o índice de energia do S&P 500, que inclui empresas do setor de energia, como petróleo, gás e serviços de energia. O índice é baseado no Global Industry Classification Standard (GICS), que classifica as empresas em 11 setores. O setor de energia é um dos 11 setores do GICS, que também inclui tecnologia, saúde e finanças. A composição do índice é atualizada regularmente para refletir as mudanças no mercado.
Como investir no XLE a partir do Brasil
Para investir no XLE a partir do Brasil, é necessário ter uma conta em uma corretora que opere no mercado americano. O investimento é feito em dólar, o que expõe o investidor ao risco cambial. Alternativamente, é possível investir em ETFs ou BDRs da B3 que seguem o mesmo índice, o que pode ser mais conveniente para quem não tem conta no exterior. O risco cambial é um fator importante a considerar, pois a variação do dólar em relação ao real pode impactar o retorno do investimento.
Desempenho do XLE
Em 30/10/2026, o XLE valia US$ 70,02. A rentabilidade total com proventos foi de 64,63% nos 12 meses, 81,30% em 3 anos, 185,59% em 5 anos e 206,31% em 10 anos. O dividend yield é de 2,18%, com US$ 1,5230 por cota em 4 pagamentos nos 12 meses até 30/10/2026. O último pagamento foi de US$ 0,3800 em 21/09/2026. O volume médio negociado por dia nos últimos 3 meses foi de US$ 1,94 bilhão. Para comparar o desempenho do XLE com o S&P 500, use a comparação com índices no app.
Riscos do XLE
O XLE é um ETF de setor, o que significa que ele é mais volátil que um ETF de mercado amplo, como o S&P 500. A volatilidade anualizada de 12 meses é de 22,22%, nível moderado. O beta de 12 meses contra o S&P 500 é de -0,44, o que indica que o XLE tende a se mover na direção oposta ao índice, mas com menor magnitude. A maior queda nos últimos 5 anos foi de -26,04%, do pico em 08/06/2022 ao ponto mais baixo em 14/07/2022. O setor de energia é sensível a mudanças nos preços de commodities e a políticas regulatórias, o que pode aumentar a volatilidade do fundo.
Volatilidade do XLE
A volatilidade anualizada de 12 meses do XLE é de 22,22%, nível moderado. O beta de 12 meses contra o S&P 500 é de -0,44, o que indica que o XLE tende a se mover na direção oposta ao índice, mas com menor magnitude. A maior queda nos últimos 5 anos foi de -26,04%, do pico em 08/06/2022 ao ponto mais baixo em 14/07/2022. Para monitorar a volatilidade e definir alertas de preço, use os alertas de preço no app.
Rentabilidade com proventos reinvestidos, até 30/10/2026.
Perguntas frequentes
›XLE paga dividendos?
Sim, o XLE paga dividendos. Nos 12 meses até 30/10/2026, o fundo distribuiu US$ 1,5230 por cota em 4 pagamentos, com dividend yield de 2,18%. O último pagamento foi de US$ 0,3800 em 21/09/2026. Para acompanhar os dividendos e JCP no app, use a carteira consolidada.
›Qual a diferença entre XLE e SPY?
O XLE é um ETF de setor que replica o índice de energia do S&P 500, enquanto o SPY é um ETF de mercado amplo que replica o S&P 500. O XLE é mais volátil e sensível a mudanças nos preços de commodities, enquanto o SPY é mais diversificado e tende a ter menor volatilidade. Para comparar o desempenho do XLE com o S&P 500, use a comparação com índices no app.
›XLE é um ETF alavancado?
Não, o XLE não é um ETF alavancado. Ele replica o índice de energia do S&P 500 sem alavancagem, o que significa que o resultado do fundo acompanha o desempenho do índice sem multiplicação. ETFs alavancados, como o SOXL, têm um múltiplo de alavancagem e sofrem com o rebalanceamento diário, o que pode afetar o resultado em períodos longos.
›Como investir no XLE a partir do Brasil?
Para investir no XLE a partir do Brasil, é necessário ter uma conta em uma corretora que opere no mercado americano. O investimento é feito em dólar, o que expõe o investidor ao risco cambial. Alternativamente, é possível investir em ETFs ou BDRs da B3 que seguem o mesmo índice. Para manter as posições em sincronia, use o Open Finance no app.
›Qual a volatilidade do XLE?
A volatilidade anualizada de 12 meses do XLE é de 22,22%, nível moderado. O beta de 12 meses contra o S&P 500 é de -0,44, o que indica que o XLE tende a se mover na direção oposta ao índice, mas com menor magnitude. A maior queda nos últimos 5 anos foi de -26,04%, do pico em 08/06/2022 ao ponto mais baixo em 14/07/2022. Para monitorar a volatilidade, use os alertas de preço no app.
›XLE é bom para iniciantes?
O XLE é um ETF de setor, o que significa que ele é mais volátil que um ETF de mercado amplo, como o S&P 500. Para iniciantes, é importante entender a volatilidade e o risco setorial antes de investir. Para acompanhar o desempenho e a volatilidade, use o desempenho e preço médio no app.
Acompanhe o XLE no app
O app de Mac para acompanhar ações, FIIs, ETFs, renda fixa e gastos.
- carteira consolidada — Veja os dividendos e JCP do XLE com data com e data de pagamento, multiplicados pela sua quantidade.
- comparação com índices — Compare a rentabilidade do XLE com o S&P 500, Ibovespa, IFIX e CDI no mesmo gráfico.
- alertas de preço — Receba uma notificação quando o XLE chegar ao preço que você escolheu, para comprar ou vender.
- Open Finance — Conecte sua corretora e confere as posições do XLE com a sua carteira: quantidades, preço médio e o que falta importar.
Ativos relacionados
Fontes
- [0]Yahoo Finance: cotações históricas de XLE, consultado em 30/10/2026
- [1]Wikipedia (en): SPDR (emissora do ETF), consultado em 30/10/2026
- [2]Wikipedia (en): S&P 500 (contexto, não é o índice do ETF), consultado em 30/10/2026
- [3]Wikipedia (en): Energy industry (contexto, não é o índice do ETF), consultado em 30/10/2026
- [4]Wikipedia (en): Global Industry Classification Standard (contexto, não é o índice do ETF), consultado em 30/10/2026