ETF de renda fixa (T-Bills)
BIL: State Street SPDR Bloomberg 1-3 Month T-Bill ETF
BIL é o ticker do State Street SPDR Bloomberg 1-3 Month T-Bill ETF, um fundo de índice que replica o comportamento de títulos do Tesouro dos Estados Unidos com vencimento de 1 a 3 meses. Lançado em 30/05/2007, o ativo é gerido pela State Street Global Advisors. Até 30/10/2026, a cota estava em US$ 91,70, com dividend yield de 3,66% e volatilidade anualizada de 0,20%.
Características do BIL
- Nome
- State Street SPDR Bloomberg 1-3 Month T-Bill ETF[0]
- Negociado desde
- 30/05/2007[0]
- Bolsa
- NYSE Arca / Nasdaq[0]
- Moeda
- Dólar americano (US$)[0]
- Preço (30/10/2026)
- US$ 91,70[0]
- Volatilidade anual (12 meses)
- 0,20% (baixa)[0]
- Beta (12 meses, contra o S&P 500)
- -0,00[0]
- Dividend yield (12 meses)
- 3,66%[0]
- Volume médio diário (3 meses)
- US$ 972,8 milhões[0]
História do BIL
O BIL foi lançado em 30/05/2007, no mesmo período em que a State Street Global Advisors (SSGA) unificou seus ETFs nos Estados Unidos sob a marca SPDR, incluindo a antiga família StreetTRACKS. A SSGA é a gestora da família SPDR, que é a terceira maior provedora de ETFs do mundo, atrás apenas de iShares e Vanguard. O fundo foi estruturado como um unit investment trust, uma forma comum para veículos que replicam índices de renda fixa de curto prazo nos Estados Unidos. A escolha de títulos do Tesouro com vencimento de 1 a 3 meses reflete a estratégia de manter a exposição a juros curtos, minimizando o risco de mercado e a volatilidade de preço.
Como o BIL funciona
O BIL é um ETF que replica o índice Bloomberg 1-3 Month T-Bill, focado em títulos do Tesouro dos Estados Unidos (T-Bills) com vencimento de 1 a 3 meses. A emissora é a State Street Global Advisors (SSGA), que gerencia a família SPDR. O fundo foi lançado em 30/05/2007 e é estruturado como um unit investment trust. Ao contrário de ETFs de ações, o BIL não é alavancado nem inverso, o que significa que ele não realiza rebalanceamento diário para multiplicar retornos. O objetivo é oferecer uma exposição direta aos juros de curto prazo dos EUA, funcionando como um equivalente de caixa de alta liquidez.
Índice e composição do BIL
O BIL segue o índice Bloomberg 1-3 Month T-Bill, que é composto por títulos do Tesouro dos Estados Unidos (T-Bills). Segundo as fontes, T-Bills são títulos de dívida de curto prazo, com vencimento de até um ano, que não pagam cupom (zero-coupon). Eles são comprados com desconto em relação ao valor de face e resgatados por esse valor de face no vencimento, gerando o rendimento. O Tesouro dos EUA emite esses títulos em leilões realizados pelo Federal Reserve Bank of New York. A composição do índice se concentra em maturidades de 1 a 3 meses, o que mantém a duração do portfólio muito baixa.
Como investir no BIL a partir do Brasil
Para investir no BIL a partir do Brasil, o investidor precisa de uma conta em uma corretora que ofereça acesso a mercados internacionais, como os Estados Unidos. A compra é feita em dólar, o que expõe o investidor ao risco cambial: se o dólar se valorizar frente ao real, o retorno em reais aumenta, e vice-versa. Outra alternativa é buscar ETFs ou BDRs listados na B3 que tenham exposição similar a juros de curto prazo dos EUA, embora a liquidez e a aderência ao índice possam variar. É fundamental considerar a conversão cambial e as taxas de corretagem na hora da operação.
Desempenho do BIL
Até 30/10/2026, o BIL apresentou rentabilidade total com proventos de 3,69% em 12 meses, 13,88% em 3 anos, 20,08% em 5 anos e 25,89% em 10 anos. O preço da cota era de US$ 91,70 nessa data. O fundo distribuiu US$ 3,3530 por cota em 12 pagamentos no último ano, resultando em um dividend yield de 3,66%. O último provento foi de US$ 0,2630 em 01/10/2026. Para avaliar o desempenho em relação a outros mercados, é possível usar a comparação com índices no app, que permite ver a rentabilidade do BIL lado a lado com o S&P 500 e o CDI.
Riscos do BIL
O principal risco do BIL é a variação da taxa de juros de curto prazo dos Estados Unidos. Como o fundo investe em T-Bills de 1 a 3 meses, a sensibilidade a mudanças nas taxas é baixa, o que se reflete na volatilidade anualizada de 0,20% (nível baixo) nos 12 meses até 30/10/2026. A maior queda em 5 anos foi de apenas -0,05%, ocorrendo entre 01/11/2021 e 14/02/2022. O beta de -0,00 contra o S&P 500 indica que o ativo não acompanha os movimentos do mercado acionário. O risco cambial é relevante para o investidor brasileiro, pois o ativo é cotado em dólar. O risco de crédito é considerado baixo, pois os T-Bills são respaldados pelo Tesouro dos EUA.
Volatilidade do BIL
A volatilidade anualizada do BIL nos 12 meses até 30/10/2026 foi de 0,20%, classificada como nível baixo. Isso é consistente com a natureza de um ETF de T-Bills de curto prazo, que tem baixa sensibilidade a mudanças de juros. O beta de -0,00 contra o S&P 500 mostra que o ativo tem correlação praticamente nula com o mercado acionário americano; ele não se move na mesma direção nem na contrária do índice. A maior queda em 5 anos foi de -0,05%, entre 01/11/2021 e 14/02/2022, o que ilustra a estabilidade de preço. Para quem busca um ativo de baixa volatilidade, o BIL se destaca, mas é importante monitorar o preço com alertas de preço para acompanhar variações cambiais ou de juros.
Rentabilidade com proventos reinvestidos, até 30/10/2026.
Perguntas frequentes
›O que é o BIL?
O BIL é o ticker do State Street SPDR Bloomberg 1-3 Month T-Bill ETF, um fundo que replica títulos do Tesouro dos EUA com vencimento de 1 a 3 meses. Ele é gerido pela State Street Global Advisors e foi lançado em 30/05/2007. O ativo funciona como um equivalente de caixa de alta liquidez, com baixa volatilidade e exposição direta aos juros curtos americanos.
›O BIL paga dividendos?
Sim, o BIL distribui proventos mensais. Nos 12 meses até 30/10/2026, foram pagos US$ 3,3530 por cota em 12 pagamentos, resultando em um dividend yield de 3,66%. O último pagamento foi de US$ 0,2630 em 01/10/2026. No app, é possível acompanhar os dividendos e JCP no app para ver o histórico de proventos e o impacto na rentabilidade total.
›Qual a diferença entre BIL e SGOV?
Ambos são ETFs de T-Bills de curto prazo, mas o BIL é gerido pela State Street Global Advisors e segue o índice Bloomberg 1-3 Month T-Bill, enquanto o SGOV é gerido pela iShares e segue o índice iBoxx $ 0-3 Month Treasury Bond Index. Ambos têm baixa volatilidade e exposição a juros curtos dos EUA, mas podem ter diferenças sutis na composição e na taxa de administração. No app, é possível comparar os dois usando a carteira consolidada para ver a alocação em cada um.
›Como investir no BIL a partir do Brasil?
É necessário ter uma conta em uma corretora que ofereça acesso a mercados internacionais, como os Estados Unidos. A compra é feita em dólar, o que expõe o investidor ao risco cambial. Outra alternativa é buscar ETFs ou BDRs na B3 com exposição similar a juros de curto prazo dos EUA. O app permite conectar contas por Open Finance para importar as posições e acompanhar o desempenho em reais.
›Qual a volatilidade do BIL?
A volatilidade anualizada do BIL nos 12 meses até 30/10/2026 foi de 0,20%, classificada como nível baixo. A maior queda em 5 anos foi de -0,05%, entre 01/11/2021 e 14/02/2022. O beta contra o S&P 500 é -0,00, o que indica que o ativo não acompanha os movimentos do mercado acionário. Para monitorar variações de preço, é possível configurar alertas de preço no app.
Acompanhe o BIL no app
O app de Mac para acompanhar ações, FIIs, ETFs, renda fixa e gastos.
- comparação com índices — Veja a rentabilidade do BIL lado a lado com o S&P 500 e o CDI no mesmo gráfico, para entender o desempenho em relação a outros mercados.
- alertas de preço — Configure uma notificação quando a cota do BIL chegar ao preço que você escolheu, para acompanhar variações cambiais ou de juros.
- Open Finance — Conecte sua corretora e importe as posições do BIL, conferindo quantidades e preço médio automaticamente.
- carteira consolidada — Veja o BIL junto com outros ativos, como ações e FIIs, em uma única visão de alocação e valor por classe.
Ativos relacionados
- SGOVOutro ETF de T-Bills de curto prazo, gerido pela iShares, com estratégia similar ao BIL.
- SHVETF de T-Bills de 0 a 1 ano, gerido pela iShares, com exposição a juros curtos dos EUA.
- SPYETF do S&P 500, gerido pela mesma gestora (State Street), para comparar com um ativo de maior risco e retorno.
- TLTETF de títulos do Tesouro de longo prazo, para contrastar com a estratégia de curto prazo do BIL.
Fontes
- [0]Yahoo Finance: cotações históricas de BIL, consultado em 30/10/2026
- [1]Wikipedia (en): SPDR (emissora do ETF), consultado em 30/10/2026
- [2]Wikipedia (en): United States Treasury security (contexto, não é o índice do ETF), consultado em 30/10/2026